EU sou uma pessoua simples, tenho 19 anos, vou me chamar de Jhon,trabalho como secretario de uma Psicologa, chamarei-a de Trixxie, ela é diferente das mulheresque conheço, bem consentrada tanto no trabalho quanto no seu casamento, conheço seu maridoo paulo, um belo homen, com seus 40 e poucos anos, não é la essa coisas todas, é magrocom um pouco daquele buchinho de cerveja mais tem um belo rosto, já a trixxie por sua veztem um corpo espetacular, loira no auje dos seus 35 anos, belas pernas, uma bundinha pequenamais empinada e bem desenhada, os seios médios, durinhos, no lugar, os olhos claros e uma bocacarnuda de deixar qualquer homen louco.
um certo dia chegou um senhor meio velho querendo marcar uma consulta, disse qe queria o mais rapidopossivel, tentei o que pude, ficou para duas semenas depois, nisso ele se foilogo após trixxie abre a porta com uma cara meia triste, não quis comentar e ela veio em minha direçãoperguntou se a podia ouvir um pouco, pensei: " mas a psicologa não é ela?começamos a converçar, perguntei porque a tristeza e o porque da converça, pois ela nunca foi de falarcomigo sem ser assunto de trabalho, então ela começou a contar, falou qe estava um pouco tristepois seu mrido não era mais aquele marido presente, vivia fora de casa e não estaria sempre ao seu ladofalou que não era mais a mesma, que estava carente, que precisava de carinho, de atenção, que o marido ultimamente não olhava para ela.pensei: isso é falta de sexo, rir na minha mente. tentei da uma dica, pedi pra ela sairse divertir um pouco, era de casa pro trabalho do trabalho pra casa, ela rioperguntei o porque da risada, ela ainda sorrindo falou: estou muito velha para issoisso é para vocês jovens. recrutei, falei qe não era bem assim, todos se dirvetemmais do seu jeito, então ela começou a se abrir, falou que amava sair, barzinhos, algumas festinhase seu marido teria mudado muito, se tornado muito caseiro, so queria saber do trabalho, rir daquiloe ela ficou sem entender, mais também não falou nada, se levantou e agradeceu por ouvi-la. apenas sorri.
passaram-se os dias e nada de trixxie mudar, era mesma cara, poucas palavras, não ouzei perguntare assim os dias foram se passando, numa sexta feria a ultima consulta era as 4 da tarde, finalmenteiria sair mais cedo, um bom dia para sair com os amigos e converça um pouco, logo a mulher chegouuma loira linda, nossa me imaginei com eqela mulher, mais meu pensamentos logo fora interronpidoscom a voz de trixxie falando que eu àh esperase após a consulta que ela qeria falar comigo, tudo beimassim foi, alguns minutos se passaram e a mulher saio, deu boa tarde com um belo sorriso e se foi. ouvi os passos de trixxie saindo do consultorio e vindo ate min, ela vinha com uma cabeça baixa o rostomeio avermelhado e falou: jhon, poderia te pedir uma coisa?, logo respondi: claro dona trixxie, ela sorrioe ainda com a cabeça baixa falou: o que voccê acharia se uma mulher mais velha te chamasse para sair?fiquei por alguns segundos sem sabe onque responder mais falei o que veio: sei la acho qe não seria nada demaissomos todos iguais independente da idade. ela sorrio me olho meio envergonhada e falou: o que acharia de tomar um choppcomigo essa noite? decidi seguir os seus conselhos e me divertir um pouco e como você é a pessoa mais proxima resolvi te chamar.fiquei meio inquieto sem saber bem oque fazer, fiqei calado por uns estantes, ela já hávia mudado a expresãopensou que eu não iria aceitar, mais pensei: porque não? melhor com ela doque os amigos, e eu sempre tive uma tara por essa mulher.sorri para ela e falei e aceitei, ela fico meia acanhada e sorrio, pergunto onde iriamos se encontrar, parei e pensei um poucomais ela foi mais rapida, sugerio um barzinho e tudo certo, terminei minhas coisas e fui pra casa.
logo a noite chegou me arrumei normal: Blusa polo, calça jeans, tênis, roupa normal de sair nada demais, apenas fiz a barba botei um bom perfume e fui. cheguei primeirocheguei ate a pensa qe ela não iria, mais foi, uns 10 minutos depois ela chegou, quando saio do carro, nossa fiqei meioque paralisado olhando aquela linda mulher caminhando em minha direção, sentou ao meu lado com um pouco de vergonhae me comprimentou, pedimos um chopp e começamos a conversar, rimos muito, ela estava bem extrovertida diferente do que via no trabalhoconversamos sobre tudo, ate que ela me perguntou se namorava como era minha vida por fora, falei qe tinha meus rolos, nada seriomais que eram bem animados, ela fez uma cara de quem pouco entendeu mais mesmo assim sorrio, e falou que não se sentia assim a um bom tempo o sexo não era mais o mesmoque não se sentia mais desejada, indagou que queria mudar, eu apenas rir e concordei com a cabeça.
depois de muita conversa, pedi licensa e falei que iria ao banheiro, geralmente elas fazem isso primeiro, mais chopp bateu uma vontademaior de ir ao banheiro, Fui voltei e me sentei, ela sorrio e comentou sobre meu perfume, falou que gostou que, adorava um homem cheiroso,sorrio meio sem graça, ate qe ela pedio para senti-lo mas de perto, concordei meio envergonado, ela se aproximou e me deu um peqeno cheiro no pescoçome arrepiei um pouco, ela percebeu e com um sorriso perguntou se gostei, respondi que sim, mordendo um pouco o labio inferiorcontinuamos aconversa, o chopp fazendo efeito, ate qe senti sua mão sobre minha perna, ela sorrio e falou qe me achava muito bonito que eu tinhaum jeito atraente mais morria de vergonha de falar, sorri, a elogiei, falei que ela para idade era muito beem, e comentei da sua bocaqe era bem feita e carnuda, ela sorrio. novamente ela pedio para sentir meu perfume falou que o amou e que depois qeria o nome, prontamente não recruteiela veio e me deu outro cheiro, mais dessa vez foi diferente, ela passou a mão sobre minha cintura, e terminou com um pequeno beijo, fiqei como rosto proximo do dela fechei os olhos e fui, passei os labios sobre o canto do seu rosto, senti sua mão vindo ate meu rosto, pensei que elairia me parar mais foi so pensamento mesmo, ela segurou minha nuca e nos beijamos, um beijo calmo, nossas linguas se roçavam lentamente,pareciam se comunicar minha mão acariciava seu rosto, um pouco depois paramos o beijo, ela me olhou meio estranha, prontamente à pedi desculpas mais ela nadarespondeu, apenas se levantou e pediu para sairmos dali, para onde, perguntei a ela, curta e grossa ela falou, para sua casa, moro sozinho isso facilitouentrei no meu carro ela no dela e partimos,o caminho foi rapido, chegamos abri a porta e ela entrou, viu a casa bem arrumada, asim qe fechei a porta ela se virou para min e me puxoume bejiando, mais dessa vez era mais quente, a mão dela apertava meu corpo sobre o dela, enquanto eu segurava sua nuca, saimos andando pela casa nos beijando ate cairmos no sofá, senti ela puxar minha blusa para ela, fiqei com o corpo colado ao dela e senti ela levnata-la e tira-la, começei a beijar seu pescoçoenquanto desabotoava os simples botoãos da sua blusa social, vendo aqele belos seios por baixo do sutiã, desci os beijos, passando os labios proximo aos seusseios, vendo ela tira o sutiã, não tive duvida, subi fui direto ao seus seios, passava a lingua no biqinho, chupava-os como uma criança,
ela pertava minha nucapuxava meu cabelo e dava pequenos gemidos, fui descendo ate a borda da sua saia, tirei rápido sem nem pensar, vendo aquela calcinha de renda, nada demais,mais mostrava bem sua buceta, deixando ela bem marcada, ela me empurrou, se sentou no sofa e veio tirando minha calça, vendo o volume qe ja existia por baixoda minha cueca, passou a mão por cima do meu pau e o apertou devagar e foi tirando devagar a cueca, vendo aqela rola dura apontada para ela, senti sua linguaquente passando sobre a cabeça do meu pau, mordi os labios e senti ela o colocar na boca, chupava como se fosse um pirulito, eu segurava seus cabelosvendo aqela boca chupando com mais vontade a cada vez, ela tirou a boca e olho pra min mordendo os labios, olhei para baixo vi aquela calcinha toda molhadame abaixei e fui tirando ela devagar, vendo aqela bucetinha lisinha, com poucos pelos toda molhada, cai de boca sem nem pensar, passava a lingua nela inteira, chupava com vontade, sugava seu grelinho, ela gemia, craváva suas unhas nos meus ombros e se contorcia, rebolava na minha lingua, eu apertavasuas coxas, metia a lingua na bucetinha dela, sentia sua buceta molhar a cada vez qe ela sentia minha lingua, subi a lingua sobre seu corpo, ate seus labiosa beijava com vontade, segurando meu pau roçava a cabecinha levemente sobre sua buceta molhada e ela me mordia os labios, louca para sentir aqele pau invadi-la, encostei a cabeça do meu pau na sua entradae entrei de uma vez, ele gemeu, seguido de um pequeno grito, comecei a bombar, metia rapido, ela gemia, arranhava minhas costas, eu enfiava tudo sem dó
ela segurava minha cintura e me puchava pra junto dela fazendo entra cada vez mais, tirei meu pau e passei por sua buceta, ela rapidamente me jogo sentado nosofá e sentou encima, encaixo bem gostoso e começa a rebola, eu passava a lingua nos seu seios, chupava o biqinho enqanto ela rebolava, ela se segurou sobremeus ombros e começou a subir e a descer seus me deixava com mais tesão ainda, passamos alguns minutos assim, até que ela sorriu e pediopara come-la de quatro, não tive duvidas, ela logo se ajeitou no sofá, encaixei na sua buceta e comecei a meter, dava leve tapas na sua bunda, metia com forçaela gritava pedia por pau, segurei em seu cabelo e puxei, ela gemia como uma cadela no cio, alguns minitos eu avizei qe iria gozar, ela gritou pedindo paraque gozace encima da sua bunda, tirei meu pau da sua buceta, comecei a punhetar e logo melei toda sua bunda com meu gozo, sorri vendo aqela bunda toda meladacom meu gozo, nem imaginava que aquilo tinha acontecido, ela se levantou, me deu um beijo e foi pro banheiro tomar um banho, ao sair eu ja estava dormindo e ela se foina segunda feira parecia qe nada tinha acontecido, mais ela me olhava tava com um sorriso, viramos amigos depois de tudo e hoje é como se nada tivesse acontecido para você ver como as coisas são loucas né, espero que gostem.
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